SIM, FUI EU. CONFESSO!
Eu, Miguel, ficava muito bravo com minha mulher Laura pelo fato dela me dar o apelido de piolhento. Mandei-a parar, mas ela continuava:
-Mentirai! Eu falei- Não tenho piolhos e ela insistia.
-Tens, sim, tens piolhos
Eu, de tanta raiva, bati nela e mesmo assim, ela não parava! Então amarei-a e a joguei no poço com a intenção de dar um sustinho causando medo e que me pedisse desculpas. Todavia, ela continuava a me chamar de piolhento, então a mergulhei, a danada pôs as mãos fora d'água fazendo com as mãos o gesto de quem mata piolhos, ali a raiva chegou ao limite e com isso eu a matei deixando a na água sem respirar mas era só porque ela merecia.
Laura 7°ano

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